"O lar cristão é o lugar onde os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. É por isso que a casa de família se chama, com razão, «Igreja doméstica», comunidade de graça e de oração, escola de virtudes humanas e de caridade cristã."(Catecismo da Igreja Católica, 1666)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Dia do Índio, Beato Anchieta, reduções jesuíticas no RS, viagem a La Cruz (Argentina)

Embora no dia de hoje organizações de esquerda e politicamente corretas aproveitem para semear suas ideologias, querendo que o índio continue incivilizado, e vociferem contra o homem branco (como se não fôssemos todos homens, fundamentalmente) e contra o cristianismo, é salutar lembrar desses povos, que têm uma cultura na qual, ao lado de elementos maus (como em todas!), há pontos muitos sadios e bonitos.

Rezemos pelos índios, não unidos àqueles sentimentos clichês que enxergam no índigena um "bom selvagem", "puro", "ecológico", mas pessoas, como nós, e que, como nós, precisam de Cristo. Lembremos de grandes missionários brasileiros, especialmente os jesuítas, que construíram, no Rio Grande do Sul, os famosos "Sete Povos das Missões", reduções entre os guaranis, e também do igualmente jesuíta Beato José de Anchieta, Apóstolo do Brasil!


As famílias católicas podem aproveitar para contar a história desse grande beato que evangelizou os povos indígenas brasileiros, e também, para os maiores, relatar a perseguição que os anticlericais portugueses moveram, sob o comando do Marquês de Pombal, contra os jesuítas no Rio Grande do Sul. Mostrar os mapas das "missões guaraníticas". Os "Sete Povos" do RS, na verdade, faziam parte de uma grande "república" de reduções missioneiras que existiam também no Paraguai e na Argentina.

Quando moramos no Itaqui, fronteira com a Argentina, pudemos "viver" esse ambiente missioneiro. Estávamos pertinho dos Sete Povos, e o Itaqui era, originalmente, um rincão para invernar o gado dos guaranis e jesuítas da missão de La Cruz, do outro lado do rio Uruguai.

Vejam as fotos da Aline em nossa visita, em 2009, a La Cruz, que hoje é uma cidade da província argentina de Corrientes, e a Alvear, também na mesma província, e que nasceu a partir do aldeamento jesuítico:






Abaixo, algumas fotos da Maria Antônia de indiazinha, em 2011:








3 comentários:

Zé Caetano disse...

Para quem está em SP, capital, uma visita ao Páteo do Colégio, no centro da metrópole, para conhecer a primeira escola fundada pelo Beato Anchieta é um passeio fabuloso. E podem dar uma esticadinha de 2 horas para curtir as praias do litoral norte do Estado, na cidade de Ubatuba, também local de missão do jesuíta amigo dos índios.

Evelyn Mayer de Almeida disse...

Este blog foi a melhor ideia que vcs tiveram nestes anos todos, a meu ver. É excelente o trabalho que estão fazendo em prol da família.

Que o Beato Anchieta abençoem vcs e esta família linda. Já fiz questão em compartilhar o texto ;)

Lívia Guimarães disse...

Acompanho todos os blogs de vocês, mas tenho um carinho especial por este.

Aline sempre linda em todas as situações, mas é uma beleza proveniente de todos os valores que ela carrega que transparece também na beleza exterior.

Mas o Dr. não fica atrás. A cabeça da família Brodebeck cumpre seu papel com maestria. =]
Parabéns!!