Quarto das meninas esperando a Theresa

Aqui em casa, embora seja grande e espaçosa, há um quarto para os meninos - por  enquanto só o Bento - e um para as meninas - Maria Antônia e logo a Theresa. Tem um fim pedagógico importante, que é ensinar a dividir, a compartilhar, a tolerar. Quando forem mais velhas, talvez possam alguns dos filhos ter seus próprios quartos.
Enfim, eis o novo berço, comprado para a Theresa, que chega em poucos dias. A Maria Antônia está feliz por receber a maninha.
Os protetores de berço e demais detalhes foram feitos por uma das minhas tias, que tradicionalmente tem feito para os outros filhos.
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Aline Rocha Taddei Brodbeck

Católica, casada e mãe de quatro filhos. Advogada, professora, blogueira de moda por quase dez anos no Femina, conferencista e palestrante em temas de formação da feminilidade, moda, modéstia e elegância. Com seu marido, Rafael, é autora do livro “Família católica, Igreja doméstica”. Gradou-se em Direito pela Universidade Federal de Pelotas em 2006. Membro do Movimento Regnum Christi, onde ajuda a formar moças e senhoras. Mora em Piratini, Rio Grande do Sul. Siga seu Instagram. Fale com ela por email.

3 comentários:

Moema disse...

Olhando essas coisinhas de bebê tão fofas, dá até vontade de ter mais uma menininha (Já tenho um casal), mas me falta coragem! Parabéns pela maturidade espiritual de vocês! Hoje em dia, não é qualquer um que consegue tomar uma decisão tão difícil como essa, que exige muito desprendimento, paciência, amor e renúncia da própria vida. O que me pega é isso, confesso: Renúncia... de viagens, vida mais confortável, bens materiais, além do sossego de um vida própria mesmo, como poder ver filmes, ler livros, estudar, momentos só com o marido, etc. Vocês algum dia já pensaram como eu? Será que um dia eu poderei pensar como vcs? Rsss! Deus abençoe essa linda família.

Rafael Vitola Brodbeck disse...

Moema, obrigado pela mensagem.

Olha, desde que casamos sempre tivemos bem claramente que estamos abertos à vida. Nunca encaramos o casamento como algo "para nós", mas para Deus. É isso que prometemos diante do padre em todos os casamentos, não? Receber os filhos que Deus mandar. :)

Casamos para constituir famílias, não para viajar, namorar, bens materiais ou vida mais confortável. Isso tudo passa um dia. O amor não passa. Do que adianta termos tantos prazeres no mundo e não realizarmos aquilo que Deus nos pede e que é a finalidade própria do casamento?

Nós aqui viajamos, fazemos muita coisa divertida, lemos, passeamos, temos tempo só para o casal namorar... Aliás, se não namorarmos, não tem como fazer tantos filhos, né? hehehe A maioria das coisas, inclusive viagens e passeios, fazemos em família. E é realizador!

A família não pode girar em torno do casal. Nem em torno dos filhos. Giramos em torno de Cristo!

Respondendo, nós nunca pensamos assim como tu, mas isso NÃO nos faz melhores do que tu ou outra pessoa. A graça que temos de saber discernir as coisas mais importantes e renunciar às que só parecem boas, mas não são fundamentais, nos foi dada por Deus, sem a merecermos. E Ele a dará para ti, se a pedires e corresponderes a ela.

Sim, exige desprendimento, renúncia etc. Mas férias só no céu.

Moema disse...

Adorei as sábias palavras, obrigada, vou imprimir e ler com frequência e refletir bastante(assim como refleti um tanto para decidir engravidar pela segunda vez). Também, é claro, vou rezar pedindo a Deus que oriente a mim e a meu marido neste sentido!

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