"O lar cristão é o lugar onde os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. É por isso que a casa de família se chama, com razão, «Igreja doméstica», comunidade de graça e de oração, escola de virtudes humanas e de caridade cristã."(Catecismo da Igreja Católica, 1666)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Comemorações dos cinco anos de casados

Sexta-feira passada, dia 25 de outubro, comemoramos nossas bodas de madeira. Já até falamos disso aqui no blog.

Pois bem, aproveitamos para viajar a Pelotas e Piratini no fim-de-semana. 

Na própria data, em Pelotas, deixamos as crianças com meus pais, e fomos, só o casal, até o Restaurante Chu, onde "cometemos" um belo jantar. De entrada, carpaccio de carne servido com pequeno buquê de rúcula, lascas de parmesão e pesto de alcaparras. De pratos principais, filé Chateaubriand ao vinho do Porto, acompanhado de risoto à piamontês, e prime rib com Caesar salad e molho de quatro queijos. Realmente, um jantar romântico e a capricho para a data.

Eis as fotos na casa dos meus pais e no restaurante:

No sábado, almoçamos com meus pais, irmãos, sobrinhos, passeamos no Shopping Pelotas, e partimos para a casa dos meus sogros, em Piratini.

Lá tivemos a Santa Missa de ação de graças, celebrada pelo Pe. Darvan da Rosa, que já batizou a Maria Antônia, nossa primogênita.

Ainda não temos as fotos da Missa, mas algumas da Aline após a celebração estão abaixo:










































Enfim, no Domingo, ainda em Piratini, fui "obrigado" a assar uma parrillada especial, cujas fotos vão abaixo:


Um comentário:

Fernanda L. disse...

PRIMEIRAMENTE! Que nariz é esse da Aline? Perfeito! hahahaha agora sim...
Então, conheci o blog de vocês a pouco mas já estou encantada, já vasculhei quase todas as postagens!
A família de vocês é belíssima! Que bênção de Deus!
O que mais admirei em vocês é a sinceridade com que tratam os leitores, li o post sobre a história de amor de vocês, e, achei incrível como vocês, diferente de quase todos os conservadores de atualmente, falam numa boa que a Aline nem sempre foi uma "mulher virtuosa" em espécie, que ela amadureceu isso juntamente com a fé e o amor ao marido! Rafael parabéns por não ser um medroso, covarde, você lutou pela conversão de sua mulher ao invés de enxergá-la com aquele preconceito que já é típico! Isso só mostra que vocês estão interessados em responsabilizar ao Pai todo poderoso pela felicidade de vocês, e não a si mesmos! Um abraço