Solenidade de Todos os Santos aqui em casa



Apesar da correria do dia a dia - principalmente por no Brasil não ser feriado - e da Theresa estar doente, conseguimos vivenciar um pouco a Solenidade de Todos os Santos. Bem sabemos que em nosso país ela é transferida para o próximo Domingo, justamente por não ser feriado, mas gostamos de ao menos lembrar que o dia original e mais simbólico para a festa é o dia 1º de novembro, em íntima conexão com o dia de Finados e com a vigília precedente, All Hallows Eve, Halloween.

Talvez não tenhamos festejado exatamente como gostaríamos, porém muitas vezes Deus permite isso para nos ensinar sobre humildade e também para mostrarmos a todos que mesmo a mais singela atividade pode ter o seu valor se feita com reta intenção. Ademais, Domingo que vem, em que no Brasil se comemora de fato a solenidade, poderemos continuar as atividades.

De modo bastante simples, meu marido explicou, à tardinha, após o terço diário, o significado da data, e que todos devemos nos esforçar para corresponder à graça de Deus a fim de ir para o céu. Se assim o fizermos, seremos santos, mesmo que não sejamos canonizados. Além disso, na própria luta diária pela santidade, contamos com os santos que estão no céu, canonizados ou não: quer para servirem de modelo (se eles conseguiram, nós conseguiremos também, se os imitarmos), quer para nos recomendarmos às suas poderosas orações diante de Cristo. Enfim, o Rafael lembrou às crianças que devemos honrar os santos e ter alguns de devoção mais próxima, como os santos do nosso nome e outros. Os santos possuem três missões básicas, então: servir de modelo, interceder por nós, e receber nosso culto de veneração para mais exaltar a glória de Deus. E isso foi passado às crianças hoje.

Após a janta, expliquei um pouco sobre os santos padroeiros de cada um. Santo Antônio de Pádua para a Maria Antônia, São Bento para o Bento, Santa Teresinha do Menino Jesus para a Theresa e Santa Luísa de Marillac para a Maria Luiza. Mostrei figuras deles no computador e pedi que desenhassem sem olhar muito e apenas com poucas canetinhas hidrocor.














Enfim, na hora de dormir, as orações com eles foram todas na temática da imitação dos santos, clamando a Deus que sigamos seus exemplos e que contemos com as suas orações.

E não esquece que escrevemos o livro“Família Católica, Igreja Doméstica”, obra que não encontra paralelo no mercado nacional. Mas, para que ele venha ao mundo, precisamos de cada um de vocês. Escolha sua recompensa, faça sua contribuição e compartilhe nossa campanha em suas redes sociais. Toda divulgação é fundamental para o sucesso desta empreitada. Se não conseguirmos atingir a meta estipulada, todos recebem seu dinheiro de volta. Se conseguirmos, cobrimos os custos de direitos autorais, revisão, diagramação, capa, projeto gráfico, impressão e envio – tudo com a reconhecida qualidade da editora Simonsen.

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Aline Rocha Taddei Brodbeck

Católica, casada e mãe de quatro filhos. Advogada, professora, blogueira de moda por quase dez anos no Femina, conferencista e palestrante em temas de formação da feminilidade, moda, modéstia e elegância. Com seu marido, Rafael, é autora do livro “Família católica, Igreja doméstica”. Gradou-se em Direito pela Universidade Federal de Pelotas em 2006. Membro do Movimento Regnum Christi, onde ajuda a formar moças e senhoras. Mora em Piratini, Rio Grande do Sul. Siga seu Instagram. Fale com ela por email.

Um comentário:

Alex Leonço disse...

Que linda família, meu sonho é esse.

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